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O preconceito é inevitável


Certas coisas são inerentes à natureza humana, o preconceito é uma delas. Não estamos nos referindo, claro, ao significado de intolerância e discriminação, mas sim ao outro sentido ligado a palavra: uma ideia ou opinião antecipada, preconcebida sem um conhecimento, análise ou reflexão sobre o assunto. Estamos a todo momento fazendo prejulgamento de situações, pessoas, empresas etc. Mesmo que por vezes não seja intencional, a aparência e as formas nos impactam de diversas maneiras, as quais nem sempre temos controle, gerando-nos percepções, criando a famosa “primeira impressão”. Tendo em vista essa realidade, surge uma questão: a forma como minha empresa se expõe, transmite realmente a ideia correta sobre o que ela é?


Antes de irmos a uma festa, como escolhemos nossas roupas? Vamos geralmente com os trajes de ficar em casa ou de fazer a limpeza? Via de regra, procuramos nos arrumar bem e, dependendo da ocasião, vestimos nossas melhores vestimentas. Porque então muitas vezes não enxergamos a comunicação da nossa empresa com essa mesma preocupação? O mercado é a grande festa para as marcas, e elas deveriam se arrumar da melhor maneira para estar nele. Não basta ser competente, ter um bom produto ou serviço, é preciso transparecer isso na sua imagem e comunicação. Se o visual da sua marca parece ruim, geralmente vai gerar os mesmos impactos de uma marca de fato ruim. Então qual a importância de uma Identidade Visual adequada? Toda.


Parafraseando as palavras do designer Jay Fletcher: “Design é a cara do seu negócio, o pé que se deve colocar a frente. É a voz antes de falar. É a irreversível primeira impressão. O projeto se conecta com seu público, diz-lhes quem você é, e por que eles se importam. É a comunicação que transcende a linguagem, trabalhando sem esforço e instantaneamente. O design é credibilidade.” E quando falamos nas empresas, tudo isso começa pela Identidade Visual.


Um processo de criação passa por um intenso aprofundamento e estudo acerca da marca e do seu mercado. Investiga sua essência, seus valores, seu público. Esmiúça o seu posicionamento e qual a mensagem deve ser passada para quem tiver contato com a marca. A Identidade deve ser, portanto, o grande “guarda-chuva” visual da empresa, que tangibiliza esses aspectos. É a partir dela que se estabelece um padrão visual único que interliga todos os elementos que a compõem, como o logotipo, as cores, a tipografia, e até mesmo elementos sensoriais, como sons e cheiros, que são capazes de potencializar a força da marca na memória do público.


Acreditamos que grande parte das empresas deseja novos e melhores clientes, porém arriscamo-nos a dizer que apenas uma minoria faz o caminho inverso de olhar para si e se perguntar: estou à altura dos clientes que desejo ter? Sou a marca que eles desejam consumir? Certamente a comunicação é um processo mais amplo que a questão da identidade visual, e por isso mesmo acreditamos em um trabalho de Gestão de Marca que vai além, transcende este escopo. Contudo, não podemos ignorar a natureza inerente do ser humano de criar ideias pré-concebidas a respeito da marca, a partir de suas próprias percepções. Temos que estar preparados para a irreversível primeira impressão.


Miguel Carpes

Sócio da Carpes


Você pode conferir mais sobre um processo de criação de Identidade Visual em nosso portfólio. Clique aqui.


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